
The Witcher 3 recebe nova expansão após uma década e redefine o que significa “encerrar” um jogo
The Witcher 3 ganha nova expansão após mais de uma década, levantando questões sobre o fim dos jogos e o peso do legado.

The Witcher 3 ganha nova expansão após mais de uma década, levantando questões sobre o fim dos jogos e o peso do legado.

Dragon Quest 12 teve seu desenvolvimento reiniciado do zero, revelando os desafios de evoluir uma franquia clássica sem perder identidade.

Ubisoft afirma que Black Flag Resynced é um remake completo, levantando dúvidas sobre o que realmente diferencia remakes e remasters hoje.

Ghost of Yōtei simboliza o risco da repetição visual nos games, onde qualidade técnica nem sempre significa identidade.

DOOM e outros jogos mostram como trilhas sonoras podem moldar ritmo, emoção e gameplay de forma ativa.

Fable segue confirmado para 2026 e reforça o desafio de reviver grandes franquias em uma indústria cada vez mais exigente.

007 First Light aposta em narrativa cinematográfica e levanta dúvidas sobre inovação ao adaptar a fórmula de Hitman para James Bond.

Remakes equilibram nostalgia e segurança, mas seu excesso levanta dúvidas sobre o futuro criativo da indústria.

Destiny 2 se aproxima de sua última atualização e marca o limite do modelo de jogos como serviço.

AI slop nos games cresce com exemplos reais e levanta preocupações sobre qualidade e identidade.